sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mães de Holanda

Bem vindo à Holanda

Uma tentativa de ajudar pessoas que não têm com quem compartilhar essa experiência única. Entender e imaginar são como vivenciar. Freqüentemente sou solicitada a descrever a experiência de dar à luz uma criança com deficiência.
Seria como... Ter um bebê é como planejar uma fabulosa viagem de férias PARA A ITÁLIA.
Você compra montes de guias e faz planos maravilhosos! O Coliseu. O Davi de Michelangelo. As gôndolas em Veneza. Você pode até aprender algumas frases em italiano. É tudo muito excitante.
Após meses de antecipação, finalmente chega o grande dia! Você arruma as malas e embarca. Algumas horas depois, você aterrissa. O comissário de bordo chega e diz: Bem-vindo à Holanda!
Holanda??!! diz você. O que quer dizer com Holanda? Eu escolhi a Itália!
Eu devia ter chegado à Itália. Toda a minha vida eu quis conhecer a Itália!
Mas houve uma mudança no plano de vôo. Eles aterrissaram na Holanda, e é lá que você deve ficar.
O mais importante é que eles não levaram você para um lugar horrível e desagradável, com sujeira, fome e doença. É apenas um lugar diferente.
Você precisa sair e comprar outros guias. Deve aprender uma nova língua. E irá encontrar pessoas que jamais imaginara.
É apenas um lugar diferente. É mais baixo e menos ensolarado que a Itália. Mas, após alguns minutos, você pode respirar fundo e olhar ao redor. Começa a notar que a Holanda tem moinhos de vento, tulipas e até Rembrandts e Van Goghs.
Mas, todos os que você conhece estão ocupados indo e vindo da Itália, comentando a temporada maravilhosa que passaram lá. E por toda sua vida você dirá: Sim, era onde eu deveria estar. Era tudo que eu havia planejado.
A dor que isso causa nunca, nunca irá embora. Porque a perda desse sonho é uma perda extremamente significativa.
Porém, se você passar a vida toda remoendo o fato de não ter chegado à Itália, nunca estará livre para apreciar as coisas belas e muito especiais existentes na Holanda.

(Emily Perl Knisley, 1987)


segunda-feira, 28 de março de 2011

Projeto Construindo Sonhos

Vídeo interessante

Criado há 4 anos o projeto Construindo Sonhos ( EX recriando novos horizontes) oferece
aos Jovens com necessidade especiais uma proposta de ensino alternativo
e a possibilidade de serem inseridos no mercado de trabalho formal e informal.
A idéia desse trabalho surgiu logo após a participação da professora
da turma Rosemeire Couto no Curso de Aperfeiçoamento de Cuidadores
e Gerentes de trabalho para pessoas portadoras de deficiência,
oferecido pelo Instituto Helena Antipoff. A professora verificou
que assim aumentaria a abrangência do programa profissionalizado os estudantes.
Hoje contamos com 12 jovens entre eles deficientes físicos e mentais.Que possuem inúmeros talentos e que estão a cada vez mais ultrapassando seus limites.Pois como diz nosso dilema ser diferente é normal.

Desafios da profissionalização do ANEE

      Todos os dias chega até mim solicitações de empresas em relação a contratação de pessoas com deficiências. A Secretaria conta com o apoio dos professores do SOT (Serviço de Orientação para o Trabalho), especificamente o professor de gestão para o trabalho para atender a essa demanda, no entanto é necessário uma trabalho de sensibilização junto às famílias para mostrar-lhes a importância do trabalho remunerado para seus filhos, fazer com a família uma análise quanto as vantagens do benefício pago pelo governo (de cunho assistencialista) em relação ao trabalho remunerado (um exercício de cidadania), aspectos como a auto estima e auto confiança devem ser sempre reforçados junto aos nosso alunos que estão sendo preparados para o mercado de trabalho. Devemos ainda buscar articulações junto as nossas oficinas profissionalizantes, empresas e instituições de formação como Sesc/ Senai e Sesi. O desafio está lançado. Cada profissional envolvido tem uma parcela significativa de responsabilidade para com o sucesso da inclusão do ANEE no mercado. Façamos a nossa parte com determinação, perseverança e muito otimismo, deixemos o desânimo e a descrença para aqueles que há muito deixaram de acreditar que uma sociedade inclusiva realmente é possível, o discurso baseado apenas em experiências fracassadas de nada valem se não seguidos da apresentação de sugestões para novas ações. Um forte abraço. Sérgio

quarta-feira, 23 de março de 2011

Cecília Meireles